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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Por que o crente deve oferecer seus membros à escravidão da justiça (Rm 6.19) se ele já é escravo da justiça (Rm 6.18)?

Rápida pergunta, rápida resposta.

Por que o crente deve oferecer seus membros à escravidão da justiça (Rm 6.19) se ele já é escravo da justiça (Rm 6.18)?

Mark Ellis responde:

A distinção entre posição e prática. Como um homem casado, seu corpo pertence a sua esposa (1Cor 7), mas ele pode oferecer às outras mulheres.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Estava Paulo falando de alguém salvo ou não-salvo em Romanos 7?

Um debate sobre a correta interpretação do texto paulino aos romanos, capítulo 7, se dá com a seguinte pergunta: "estava Paulo falando sobre si mesmo naquele tempo, ou sobre quando ainda não era salvo?" O texto bíblico está abaixo e logo depois, o breve comentário do teólogo Carlos Osvaldo Pinto.

Texto - Romanos 7:13-20 (NVI)
E então, o que é bom se tornou em morte para mim? De maneira nenhuma! Mas, para que o pecado se mostrasse como pecado, ele produziu morte em mim por meio do que era bom, de modo que por meio do mandamento ele se mostrasse extremamente pecaminoso. Sabemos que a lei é espiritual; eu, contudo, não o sou, pois fui vendido como escravo ao pecado. Não entendo o que faço. Pois não faço o que desejo, mas o que odeio. E, se faço o que não desejo, admito que a lei é boa. Neste caso, não sou mais eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. Sei que nada de bom habita em mim, isto é, em minha carne. Porque tenho o desejo de fazer o que é bom, mas não consigo realizá-lo. Pois o que faço não é o bem que desejo, mas o mal que não quero fazer, esse eu continuo fazendo. Ora, se faço o que não quero, já não sou eu quem o faz, mas o pecado que habita em mim. 

Comentário em prol da posição que Paulo falava sobre si mesmo, naquela exata época em que escreveu, quando já era salvo.
  1. O uso do tempo presente;
  2. A posição da seção na carta, bem no meio da seção de santificação;
  3. Descrição de seu eterno conflito entre desejar a vontade de Deus e descobrir sua incapacidade em fazê-la, em contraste com a rebelião da pessoa não-salva contra Deus;
  4. Natureza representativa de sua luta, facilmente verificável na experiência cristã;
  5. Estreita conexão entre essa seção e o final do capítulo, onde Paulo claramente se identifica como cristão.
Fonte: PINTO, Carlos Osvaldo. Foco e Desenvolvimento no Novo Testamento. Editora Hagnos. p.228.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

O que fazer em assuntos que há liberdade?

Por John Feinberg

A primeira pergunta é: estou convencido de que é certo? Paulo diz (Rm 14.5,14,23) que para qualquer coisa que fizermos nessas áreas, devemos estar convencidos de que é aceitável diante de Deus. Se não estamos convencidos, duvidamos ao invés de crer que podemos fazer isto e continuar aceitáveis diante de Deus. Se há dúvida, Paulo diz, há pecado (v.23). Portanto, se há alguma dúvida, a despeito do motivo da dúvida, devemos voltar atrás. No futuro, talvez a dúvida seja removida, e então estaremos livres; porém, enquanto há dúvida, devemos nos deter.

Segundo, podemos fazer para o Senhor? O que fizermos, Paulo diz, devemos fazer para o Senhor (Rm 14.6-8). Fazer alguma coisa para o Senhor é fazê-la como se estivéssemos lhe servindo. Se não se pode servir ao Senhor (por qualquer razão) na realização desta atividade, devemos nos deter.