Veja, se preferir no Google Docs (clique).
Mostrando postagens com marcador Devocional. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Devocional. Mostrar todas as postagens
sábado, 19 de janeiro de 2013
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
A primazia das Escrituras (2Pe 1)
Por T. Zambelli
Observação: há uma frase no vídeo que meu pensamento acelerou e minhas palavras não saíram: "Muitas vezes nós colocamos nossas experiências pessoais com Deus..." O final coerente do que eu pensava era: "como a coisa mais importante ou fundamental".
Observação: há uma frase no vídeo que meu pensamento acelerou e minhas palavras não saíram: "Muitas vezes nós colocamos nossas experiências pessoais com Deus..." O final coerente do que eu pensava era: "como a coisa mais importante ou fundamental".
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Vidas Secas
Por Fábio José Grigório
A escassez de chuva provoca o que conhecemos com seca, e de tempos em
tempos ouvimos notícias sobre este fenômeno que castiga principalmente o
nordeste do nosso país, além de outras regiões além do nosso Brasil.
Quando ocorrem as secas, os retratos que se pintam são de um povo cujas
terras clamam por uma gota de água, um verde brotando e cujas vidas
almejam ter sua fome e sede saciadas.
No Salmo 63 podemos perceber o salmista falar sobre o seu desejo de viver para Deus, que é descrito como uma alma que tem sede de Deus e almeja saciá-la ou ainda, como uma terra castigada pelo sol, seca e sedenta por água. Observe: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água (Sl 63.1)”.
Podemos notar também no Salmo 42.1 o salmista falando sobre sua sede por conhecer e viver para Deus sendo comparada agora a uma corça que suspira pelas águas, um animal sedento. O salmista demonstra um intenso desejo por ter esta sede de Deus sendo saciada.
Algumas vezes nossas vidas estão secas, áridas, sem “vida” e cabe a todos nós a pergunta, que deve ser feita individualmente. Qual é a minha reação diante de uma realidade como esta? Tristeza? Desejo de mudar? Ignorar a situação? Buscar solução?Corremos o risco de viver indiferentes a esta realidade, em nossas vidas. Precisamos de “água”, mas não buscamos na fonte certa ou não há em nossos corações o mesmo desejo que percebemos na vida do salmista, que diz: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente...” ou ainda: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo...”
Cuidemos de nossas vidas para que esta esteja sempre bem irrigada com a Palavra de Deus, transbordando do Seu amor e graça e contagiando aqueles que nos cercam, saciando a nossa sede e levando água viva àqueles que também estão sedentos.
No Salmo 63 podemos perceber o salmista falar sobre o seu desejo de viver para Deus, que é descrito como uma alma que tem sede de Deus e almeja saciá-la ou ainda, como uma terra castigada pelo sol, seca e sedenta por água. Observe: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água (Sl 63.1)”.
Podemos notar também no Salmo 42.1 o salmista falando sobre sua sede por conhecer e viver para Deus sendo comparada agora a uma corça que suspira pelas águas, um animal sedento. O salmista demonstra um intenso desejo por ter esta sede de Deus sendo saciada.
Algumas vezes nossas vidas estão secas, áridas, sem “vida” e cabe a todos nós a pergunta, que deve ser feita individualmente. Qual é a minha reação diante de uma realidade como esta? Tristeza? Desejo de mudar? Ignorar a situação? Buscar solução?Corremos o risco de viver indiferentes a esta realidade, em nossas vidas. Precisamos de “água”, mas não buscamos na fonte certa ou não há em nossos corações o mesmo desejo que percebemos na vida do salmista, que diz: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente...” ou ainda: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo...”
Cuidemos de nossas vidas para que esta esteja sempre bem irrigada com a Palavra de Deus, transbordando do Seu amor e graça e contagiando aqueles que nos cercam, saciando a nossa sede e levando água viva àqueles que também estão sedentos.
Fonte: IBCU
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Quatro exemplos de humildade, de interesse pelos outros (Fp 2.3-4)
Por T. Zambelli
O capítulo 2 de Filipenses nos ensina a irmos além de nossos interesses, de buscarmos os interesses de nossos próximos (dos outros) - v.4. Para isso, Paulo usa uma palavra chave no v.3, que destaco:
Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos.
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Homem, você é um grande culpado por sua mulher não conseguir lhe ajudar! (Vídeo)
Por T. Zambelli
Gravado para a Igreja Batista Cidade Universitária
Veja o artigo escrito em Todah Elohim (com opção de áudio)
Ainda estou aprendendo a falar direito e a olhar para a câmera como se eu tivesse falando com alguém... Queria me desculpar pelo "abrido" ao invés de "aberto" dentre os vários erros de português que cometi. Vivendo e aprendendo, :)
Veja o artigo escrito em Todah Elohim (com opção de áudio)
terça-feira, 17 de abril de 2012
Sabedoria e Redes Sociais
Por Fernando Leite
Quando são muitas as palavras o pecado está presente, mas quem controla a língua é sensato. Pv 10.19
Até o insensato passará por sábio, se ficar quieto, e, se contiver a língua, parecerá que tem discernimento. Pv 17.28
Passagens bíblicas como essas são clássicas e, portanto, bem conhecidas. O conceito chave ensinado nelas é que o muito falar potencializa o pecado e a insensatez, ao passo que a contenção da língua promove e transmite sensatez e discernimento. Este conceito era muito mais contido antes do fenômeno das redes sociais, pois aquilo que se falava, normalmente estava restrito ao contexto onde se falava.
Nos dias de hoje, o ato de escrever nas redes sociais dá oportunidade à proliferação de insensatez, e consequente juízo, ou de sensatez e consequente edificação. Tanto o pecado quanto a santidade alcançam hoje esferas nunca antes imaginadas.
O risco de transgredir com o muito falar é hoje enormemente potencializado, fato que requer de cada um de nós muito mais cuidado para não ser insensato e pecar. Em um evento recente observei que pessoas com a melhor das intenções, postaram uma notícia importante, que havia se corrompido tal como no 'telefone sem fio'. Desta experiência, destaco três lições que todos nós devemos considerar no sábio uso das redes sociais:
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
A cor favorita de Deus
Por John Piper
Lembro-me de uma ocasião em que caminhava com meu amigo Tom Steller
para uma livraria. Conversávamos a respeito das palavras de Jesus sobre
a ansiedade. Quando mencionei a frase “Qual de vós, por ansioso que
esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” (Mt 6:27), parei no meio de uma avenida movimentada e quase fui atropelado.
Isso, certamente, me fez pensar: “Bem, suponho que você realmente possa
acrescentar um côvado ao curso da sua vida se for ansioso o suficiente
para prestar atenção ao semáforo”. Certamente um cruzamento não era
assim, tão perigoso, nos dias de Jesus. Contudo, ele teria concordado
que você pode acrescentar um côvado ao curso de sua vida se
não caminhar pelo deserto a ponto de morrer de sede tentando
atravessá-lo incansavelmente. Se a fobia do deserto livrá-lo disso,
então a ansiedade não acrescentaria algo ao curso de sua vida?
Não! Não é a ansiedade que o livra. É a precaução racional. O desejo de
não morrer no deserto não é a mesma coisa que a ansiedade de caminhar
nele. A ansiedade é um sentimento interior esmagador, tenso,
amedrontador, que pode ou não ser acompanhado da precaução racional.
Esta, sim, pode adicionar um côvado a sua vida, e não as sensações
ruins. A precaução prolonga vidas; a ansiedade encurta muitas delas.
A passagem “não andeis ansiosos pela vossa vida” (Lc 12:22) não
significa “atravesse o sinal vermelho” (ao menos, nem sempre).
Significa, em vez disso: “Não viva apavorado com a idéia de morrer
atropelado num cruzamento.” Em outras palavras, expressa a crença de
que, se você morrer atropelado, Deus continuará no controle. Você
estará com ele, e ele cuidará de sua família.
Isso quer dizer que, se uma caixa de ouro estiver do outro lado da rua e
o Reino de Deus estiver deste lado, não atravesse, ainda que o sinal
esteja verde. Significa também que, se uma luz vermelha tentar
impedi-lo de doar generosa e sofridamente aos pobres e às missões esta
semana, caminhe no vermelho! Cautelas financeiras quase sempre são
bastante conservadoras. Depois do azul, a cor favorita de Deus é o
verde. Considere os lírios do campo.
Pai, liberta-nos do auto-engano que nos faz acreditar que a ansiedade é mera precaução, e que a precaução incrédula é realmente boa e não mera ansiedade disfarçada. Oh! Quão enganosa é uma alma autopreservadora! Tem misericórdia de nós e torna-nos ousados. Livra-nos do medo e da prudência que nos impede de amar. Torna-nos mais ávidos pela alegria de dar que pela segurança de guardar. Em nome de Jesus. Amém.
© Desiring God.
Website: desiringGod.org
sábado, 12 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
No mundo, mas não Do mundo
Como estrangeiro no Brasil, sinto muito que serei sempre um "peixe fora da água". Não tenho um “RG” mas um “RNE”—Registro Nacional de Estrangeiro”. Esse meu "visto permanente" me identifica como “estranho” em todos os sentidos: além de ser uma cor esquisita (laranja), sempre me identifica como alguém permanentemente carimbado como "diferente". Não importa quanto eu me esforce, nunca ficarei completamente contextualizado. Não gosto quando pessoas olham para minha roupa camisa xadrez com bermuda amarela e meia branca e logo dizem "eis aí, mais um gringo". Odeio quando pessoas perguntam logo depois de conversarmos alguns minutinhos: "Você não é daqui, né?"
Ninguém gosta de ser diferente. Há forte pressão para se conformar... Mas ao mesmo tempo uma tensão por saber que nunca serei igual aos outros. No meu caso, estou no Brasil sem ser totalmente do Brasil. Como crentes em Cristo Jesus, sofremos uma outra tensão: a de sermos conformados com a imagem de Jesus (Rm 8.29) e não conformados com o mundo (Rm 12.1,2), mas ao mesmo tempo, ser tudo para todos para ganhar alguns (1 Co 9.22).
Assinar:
Postagens (Atom)



