Por Antonio Lazarini Neto
Coordenador Acadêmico e professor de Grego, Exegese do Novo Testamento e Teologia do NT na Faculdade Teológica Batista de Campinas. Bacharel em Teologia e Mestre em Ciências da Religião, pastoreia a Igreja Batista Jardim Planalto em Nova Odessa desde 1999, sendo também autor da MK Editora (RJ).
Coordenador Acadêmico e professor de Grego, Exegese do Novo Testamento e Teologia do NT na Faculdade Teológica Batista de Campinas. Bacharel em Teologia e Mestre em Ciências da Religião, pastoreia a Igreja Batista Jardim Planalto em Nova Odessa desde 1999, sendo também autor da MK Editora (RJ).
Resumo: O presente artigo examina o texto de Hebreus 6.4-8, utilizando-se de instrumentos exegéticos para analisar as hipóteses de interpretação levantadas acerca dessa complexa passagem que faz parte da composição literária de Hebreus, definida pelo autor da mesma como “palavra de exortação” (13.22) e considerada pelos estudiosos um escrito cujo estilo é muito elevado dentre a literatura neotestamentária. Por essa razão, leva em conta o vocabulário próprio de Hebreus, com toda sua linguagem dualista e sacrificialista, as circunstâncias do autor e seus leitores, e seu modo singular de repensar o Antigo Testamento a partir de uma interpretação que se aproxima à tradição alexandrina ligada à Filo, para elucidar o texto objeto do estudo. Analisa ainda as expressões gregas que compõem a passagem a fim de entender a identidade, condição e limitações daqueles ali considerados “iluminados em queda”.
Palavras-chave: Hebreus, soteriologia, iluminados.




